Salve amigos do S4,
Vamos abordar aqui um assunto chato, as maiores dores que sentimos na vida de apaixonado por futebol. Acreditamos que existem muitas dores, desde gols sofridos, eliminações, quedas e por aí vai, cada torcedor deve ter a “sua dor mais doída”, se assim podemos dizer.
Como a “dor” no esporte bretão é algo bem pessoal, as dores abaixo são relatos de alguns de nossos colunistas. Esperamos que gostem, comentem e enviem as suas maiores dores também.

S. C. CORINTHIANS PAULISTA

Para a grande maioria dos Corinthianos, sem dúvida, existem três grandes dores na rica história do Alvinegro de Parque São Jorge.
A primeira delas: Libertadores de 1999, quartas de finais.
Apesar do Alvinegro ter jogado melhor as duas partidas, tivemos uma vitória para cada lado, com 2 x 0 no placar.
Decisão por penaltis.
Corinthians 2 x 4 Palmeiras
A dor em perder para o nosso maior rival foi grande, sentimos o baque.
O Tri Campeonato Brasileiro veio consolar, mas o ano ficou marcado pela eliminação.
A segunda dor: Libertadores de 2000, semifinais.
Fortalecidos pelo título de Campeões do Mundo chegamos imponente naquela Libertadores, não tivemos piedade daqueles que até então tinham ousado cruzar nosso caminho.
As semifinais vieram, e com ela, novamente, o time cor de Alface.
Era a vingança perfeita.
Mas de uma forma incrível e inacreditável para a Fiel, o cenário se repetiu.
Uma vitória para cada lado, 4 x 3 e 2 x 3.
Nova Decisão por penaltis.
Corinthians 4 x 5 Palmeiras
Dessa vez “canonizando” o goleiro Marcos e mantendo a fama de Marcelinho Carioca em perder penaltis em momentos decisivos.
Era impossível acreditar que novamente estávamos passando por isso.
O retorno pra casa foi difícil, a madrugada foi longa.
A partir de então, havia um Galeano (?) em nossas vidas.
A terceira e maior de todas as dores: Brasileiro de 2007, o Rebaixamento.
O fatídico 2 de dezembro de 2007,  no empate em 1 x 1 com o Grêmio no estádio Olímpico de Porto Alegre,  marcou o dia mais triste e doloroso na história do Corinthians.
Foi aquele domingo tenso desde as primeiras horas da manhã, a noite anterior me reservou poucas horas de sono.
Acordei em concentração, nada de almoço com a familia, aniversário do amiguinho do filho, o momento era de foco, de isolamento, de apelo a São Jorge.
Na verdade, a penúltima rodada, contra o Vasco, no Pacaembu, foi o prenúncio, praticamente o tiro de misericóridia.
Perdemos um jogo onde tudo estava a favor.
Nunca havia presenciado uma manifestação da torcida como aquela, foram 90 minutos de incentivo, de apoio, minhas cordas vocais ficaram inflamadas de tanto gritar que “ali havia um bando de loucos”, mas perdemos.
Não tínhamos diretoria, não tínhamos time, não tínhamos elenco, mas tínhamos esperança, a Fiel acreditava.
Fomos para a última rodada dependendo de uma vitória simples para salvar a nossa honra, para acabar com o pesadelo e não manchar a nossa vitoriosa história.
Durante os 90 minutos, as combinações de resultados chegaram a deixar o Corinthians por três vezes na segundona. Em duas delas, o Timão escapou. Na terceira, não. O placar de 1 a 1, aliado à vitória do Goiás sobre o Internacional, sacramentaram a queda.
O pesadelo havia virado realidade.
Me lembro apenas de ter desligado o celular, tirado o cabo do telefone da tomada, e ficado ali no sofá, tentanto entender o que tinha acontecido.
As respostas não vieram.
Com propriedade afirmo, foi um dos dias mais tristes da minha vida.

S. E. PALMEIRAS

Usar a internet, um site público para confessar uma ou mais dores vividas no futebol é praticamente um gesto de altruísmo.
Mas cá estou eu incumbido de dividir com meus amigos as maiores dores, pelo menos para mim, vividas com o Palmeiras. Aquelas que me deixaram triste, com uma segunda feira diferente, cinzenta, sem graça onde somente os amigos comemoravam.
A PRIMEIRA GRANDE DOR
Sem dúvida a que me marcou muito foi o Paulista de 1986. Eu então uma criança com 11 anos, o Palmeiras, faria contra a Internacional da cidade de Limeira a minha primeira decisão, depois de tanto tempo de zoação na escola, era a minha vez de soltar o grito na garganta de ´”É Campeão!!”
Um zero a zero teimoso se arrastou por todo primeiro tempo que insistia em me lembrar a todo momento que o título tão esperado ainda não estava conquistado e que precisaríamos de uma ação.
Nervoso.
O rosto dos palmeirenses nas arquibancadas do lotado Morumbi não estavam mais com a leveza que vi no ínicio do jogo.
Parecia que aqueles dez anos de longa fila começavam a pesar.
A alegria dava lugar a uma tensão que era possível sentir no ar.
E veio o último e decisivo tempo.
Era agora.
Não tinha mais como adiar.
Eu estava a 45 minutos de realizar meu sonho.
Começa o segundo tempo.
Aos 5 minutos, Kita abre o placar para a Inter de Limeira.
Eu não entendia nada.
Ninguém entendia nada.
Inacreditável.
O Palmeiras se desmontou. A torcida silenciou e a frase pode ser clichê, mas era possível ouvir o silêncio.
Do outro lado em meio gomo do estádio ou nem 10% para você, de fora de S.Paulo entender,  meia dúzia de chupadores de laranja roubavam a alegria que era pra ser nossa.
A partir daí o desespero da arquibancada, fez um Palmeiras atacar de qualquer jeito. Não havia mais tática, técnica ou um mínimo de organização. A Inter se fechava. O time do interior até então insignificante no cenário estadual, longe de ter uma tradição de um Guarani, de uma Ponte e de outros do interior, estava ali unida, forte e em busca de um título que além de inédito, seria inédito mesmo pelo resto de sua história.
E o pior aconteceu.
Em quatro minutos, em falha clamorosa Denys recua mal para Martorelli, o rápido Tato entrou no meio, roubou a bola e acaba com tudo em 9 minutos: 2 a 0.
Decepção.
Dor.
Não houve mais jogo.
Pela primeira vez chorei num estádio.
Amarildo diminuiu ainda aos 29 minutos da etapa complementar, mas eu não estava mais dentro do Morumbi para ver este gol e a festa que se espalhou pela capital, que por um dia, virou Limeira.
1999 – Muito mais que uma dor: MANCHESTER UNITED 1 X 0 PALMEIRAS
Minha maior dor, foi uma dor internacional.
A derrota para o Manchester no Japão foi uma das coisas mais injustas que passaram pelas minhas retinas ao longo de minha vida e até hoje, 14 anos depois, não consigo digerir aquela derrota.
Em 1999 a era vitoriosa Parmalat já estava pegando a rota do fim.
O Palmeiras com a espetacular conquista de nossa LIBERTADORES em 1999, adquiriu o direito de enfrentar o Campeão da UEFA Champions League daquela temporada, o poderoso Manchester United da Inglaterra.
Da Libertadores ao Mundial foram cinco meses de muita expectativa.
O dia 30 de novembro de 1999.
O time inglês comandado pelo eterno Sir Alex Ferguson, com Scholles, Giggs, Stam, Yorke e ele, David Beckham,  não conseguiu em nenhum momento do jogo, fazer com que os nomes superassem na bola o time comandado por Luiz Felipe Scolari. Mas é difícil admitir e aceitar que, numa mesma noite, dois ídolos seus cometam erros.
Felipão errou na estratégia. Com um relacionamento desgastado com o maior de todos os noves, Evair, o técnico o preteriu a favor do colombiano Faustino Asprilla que não vivia o seu melhor momento.
E o maior de todos os erros, no gol do Manchester United, o nosso maior ídolo, Marcos, erra na saída de bola, que fora cruzada na área e a deixa cair na cabeça de Keane que só teve o trabalho de manda-la para a rede, no único e mortífero gol anotado naquela noite fria no Estádio Olimpico de Tóquio.
Alex ainda teria um gol anulado pela arbitragem, que até hoje diverge opiniões.
O tempo, inexorável tempo, tratou de passar voando como um tornado no momento do jogo, mas até hoje não levou este dia, que jamais acabará em minha história.
OS REBAIXAMENTOS
Bom, pra você que vem acompanhando este texto, chegou a hora de falar de algo surreal, inimaginável e consequentemente impossível de descrever.
Deixei destacado de tudo, porque isso deve ser destacado de tudo, tem que ser uma página fora do nosso livro, ou melhor, duas infelizes páginas.
Dor?
Isso é fichinha diante do que senti.
Ódio, rancor, frustração, sensação de impotência de ver algo que você ama apanhando e não poder fazer nada, absolutamente nada, apenas e tão somente me recorrer a insignificância de ser um torcedor.
Torcer pelo alívio que não chega.
Pela bola que insiste em não entrar.
Pelo gol perdido e imediatamente sofrido no minuto seguinte.
Chamar Deus, quando Ele tá cheio de coisas pra fazer.
Apelar para figas, arrudas, patuás, calmantes ou qualquer lenitivo que diminua tamanho sofrimento.
Em vão.
Pior que isso?
É viver isso por duas vezes.
Na primeira vez a morte foi mais rápida e ainda assim, apesar do fracasso, ficou a sensação de que seria possível reverter a situação, caso houvesse um segundo turno.
O Brasileirão de 2002 começou com o país extremamente feliz. Havíamos acabado de ganhar o penta com Felipão e Marcão, dois heróis e com eles havia uma áurea esverdeada no ar.
Começamos a temporada com um técnico até então querido por todos no Palestra, Wanderley Luxemburgo, mas que se revelou neste ano, o maior crápula que já passou pela SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS.
Eu estava ali, diante dele, num sábado a tarde, na sede da Torcida Organizada Mancha Verde, num almoço, quando ele, sentado numa cadeira, com uma roda em volta, começou a palestrar sobre futebol, gerenciamento de conflitos, formação de atletas, futuro. E como traçou futuro. Nos prometeu empenho, não prometeu título, mas prometeu brigar pela ponta, que aquele time que tinha em mãos daria fruto em no máximo cinco rodadas e que nas mãos dele, fecharíamos o ano felizes.
Saímos de lá com a esperança de que realmente o Palmeiras encerraria 2002 com chave de ouro. Para nós, torcedores, meia dúzia de palavras, ouvidas de um comandante até então respeitado por todos no clube, ainda que, repito, sem promessas, mas para nós era como se fosse.
Cinco rodadas claudicantes depois, o canalha fecha com o Cruzeiro, abandona o barco e deixou um time projetado, estruturado e concebido por ele. Cheio de problemas internos, mal formado, mal montado e caro, muito caro, com muitas contas pagar, o que se tornou característicos de seus trabalhos sempre voltado a negociatas excusas, comissões e “por foras”.
25 jogos disputados e 10 derrotas depois  e o Palmeiras escrevia a página mais negra da sua história, no dia 17 de novembro de 2002.
A SEGUNDA VEZ
Se é inexplicável um sentimento de ver seu time apanhar dez vezes, agora imagine repetir a dose com 22 derrotas?!
Oito vezes Campeão Brasileiro.
Atual Campeão da Copa do Brasil (BI).
Um dos maiores times do mundo!
Nada, nada, nada disto foi capaz de impedir esta crueldade.
O dia desta vez foi apenas simbólico pela morte matemática do Palmeiras. O dia 18 de novembro de 2012 não significou o fim. Ele já estava decretado, há meses atrás, quando o clube administrado por um fanfarrão, um banana, achou que a camisa do Palmeiras, absolutamente sozinha iria dar a volta por cima.
Camisa ganha jogo. Mas não há camisa que aguente tamanhos problemas, ingerências, papagaiadas, presidente passeando com o time apanhando, desmandos, fanfarronices na imprensa, atrasos de salários e o pior de todos os males, a enganação e a mentira. Uma diretoria que enganava o elenco, que por sua vez enganava o pobre torcedor.
Não aceito, por mais simples que isso possa parecer.
Esta Série B, disputada neste ano de 2013, tem sido, a cada novo jogo um filme triste, sem graça e sem cor que a todo momento remete a 2002 e 2012,  anos em que fomos tragados pelo maldito e assombrado fantasma do rebaixamento.

Tragados pela falta de respeito, falta de caráter e falta de dignidade de uma diretoria amadora, incapaz e inexperiente para conduzir a emoção de 16 milhões de apaixonados.

SANTOS F. C.

A história do Santos é gloriosa e não nos reserva muitos momentos de agonia. Vivemos fases de times absolutamente medíocres, passamos por uma fila muito incômoda, mas nunca chegamos a grandes fracassos como quedas para segunda divisão e poucas vezes corremos de verdade esse risco.
É por esse motivo que minhas maiores dores como torcedor santista foram em momentos decisivos, em perdas de títulos, ou potenciais títulos.
Os três momentos que mais sofri como santista posso classificar da seguinte forma: Revolta, Tristeza e Decepção.
A Revolta
Em 1995 eu tinha 15 anos. Não podia dizer que nunca tinha visto meu time ser campeão, mas também não podia dizer que me lembrava do último título. No Paulista de 1984 eu tinha míseros 4 anos.
Aquele parecia que seria mais um ano como os anteriores, torcendo por um time comum ter um papel um pouco melhor que o de figurante. Mas foi diferente.
Inspirado por um paraense pacato, com um andar elegante e tranquilo pelo campo, um time se encontrou, fez excelente um segundo turno de campeonato brasileiro e classificou-se para enfrentar o Fluminense na semifinal. Após um resultado desastroso de 4×1 no Maracanã, o histórico 5×2 no Pacaembu levou o Santos a uma final de campeonato brasileiro depois de 12 anos.
A força que o time demonstrou na semifinal me permitiu acreditar. A sensação era incrível, estava chegando a minha vez, eu sentiria o gosto de gritar é campeão.
Mas não. No jogo final o personagem principal foi o árbitro Marcio Rezende de Freitas, que validou um gol irregular do Botafogo e anulou um gol legítimo do Santos. No fim das contas, Botafogo campeão brasileiro de 1995.
Não havia motivos para reclamar do time, que lutou, jogou futebol e venceu o jogo na bola, mas foi prejudicado pelos equívocos do homem do apito. Ficou para esse santista aqui o orgulho do time, que voltou a honrar o manto sagrado, e a revolta por sentir que haviam nos tirado o que nós lutamos tanto para conseguir.
A Tristeza
Após a perda da final do Paulista de 2000 para o São Paulo, em 2001 o Santos chegou a semifinal contra o Corinthians. O vencedor do confronto enfrentaria o vencedor de Botafogo-RP x Ponte Preta, o que tornava o clássico como uma espécie de final antecipada.
O primeiro jogo ficou em 1×1 e, por ter tido melhor campanha na primeira fase, o Santos jogava pelo empate também no segundo jogo.
O Santos saiu na frente com um gol de cabeça do volante Renato, mas o Corinthians empatou logo em seguida com Marcelinho Carioca. O primeiro tempo terminou com o placar em 1×1, o que dava a vaga na final para o alvinegro praiano.
No segundo tempo o Santos recuou, o Corinthians aumentou a pressão, mas não conseguia marcar o gol da vitória. O jogo foi se aproximando do seu final e a minha expectativa aumentando, estávamos quase lá.
Mas aos 48 do segundo tempo, no último lance da partida, Gil arrancou pela esquerda, deixou o zagueiro André Luis sentado na linha de fundo e cruzou para Marcelinho, que deixou a bola passar para Ricardinho finalizar com precisão da entrada da área, sem chances para Fabio Costa.
Na época houve quem reclamasse da arbitragem, sob a alegação de que havia jogadores do Corinthians impedidos que atrapalharam o goleiro Fabio Costa. Pra mim não há o que dizer, dessa vez perdemos pelas circunstâncias de jogo de futebol, só me restou a tristeza pela derrota e a esperança que me indicava que estava perto, nossa hora estava chegando.
A Decepção
O batizado do meu primeiro filho aconteceu um dia antes da final do Mundial de Clubes de 2011 contra o Barcelona. Após a cerimônia na Igreja, fomos em um grupo de amigos e familiares almoçar no salão de festas do prédio onde eu morava.
Como não podia deixar de ser, o assunto principal era o jogo do dia seguinte.
Lembro com muita clareza que, ao ser perguntado se eu temia uma goleada ou coisa do tipo, eu respondia mais ou menos assim: “nós não somos amadores, nós somos os campeões da América, nós vamos dar trabalho para esses caras”.
Eu tinha consciência da dificuldade que enfrentaríamos, mas tinha aquela esperança inocente que nós que gostamos de futebol sabemos bem como é.
Esse é o tipo de jogo que o torcedor passa dias, semanas, meses, sonhando com ele. É uma lembrança para contar aos filhos e netos. O torcedor sabe que aquela pode ser a única chance e, portanto, não pode ser desperdiçada. Nós torcedores sabíamos disso, mas parece que os profissionais responsáveis pela preparação do Santos não.
A história do jogo todo mundo conhece. Tomamos um verdadeiro baile, não oferecemos resistência e entregamos facilmente o título. Decepção total para nós torcedores que passamos meses sonhando com um grande jogo.

SÃO PAULO F. C.

Vou citar aqui duas dores que para mim foram bem desagradáveis e tenho certeza que para muitos da nação tricolor também.
1ª Grande Dor:
SÃO PAULO X INTERNACIONAL (Final da Libertadores de 2006)
Essa para mim foi a maior dor, e foi por vários fatores que vou listar abaixo para facilitar o entendimento, não foi só fato de não ter sido campeão:
Viemos de um ano de 2005 fantástico, ganhamos Paulista, Libertadores e Mundial, como fomos campeões da Libertadores em 92 e 93, seria muito bom ter levado 2005 e 2006.
Nosso time e elenco eram bons, entrosados, vencedores, tínhamos tudo para levar e estávamos confiantes, time e torcida.
O segundo jogo era no Morumbi, mando nosso, tinha que ganhar.
Deixei de ir à prova que tinha na faculdade para ir sozinho no jogo, fiquei de Exame na prova e sem o título.
Na volta pra casa peguei um trânsito homérico por conta de um debate que acontecia na rádio bandeirantes, ficando na Av. Giovanni Gronchi por elo menos uma hora parado e ouvindo na rádio informações da eliminação.
Ter sido Tetra naquele jogo era mais que um desejo, era uma necessidade para entrar ainda mais para a história, 1992/1993 e 2005/2006, mas a vida segue, e ver o Corinthians rebaixado alguns meses depois acabou curando essa dor.
2 ª Grande Dor:
SÃO PAULO X FLUMINENSE (Quartas de Final da Libertadores de 2008)
Considero essa uma das maiores dores não pelo momento do time, do elenco ou coisa do gênero, mas por uma questão pessoal, pelo dia, pelo fato do gol ter saído aos 45 do segundo tempo na fatídica cabeçada do Washington Coração Valente (que viria posteriormente conquistar minha admiração no próprio SPFC), pelo fato de estar comemorando a passagem de fase em um bar e quando estava de costas para a TV um grupo de Santistas e Corinthianos começaram a comemorar o gol do FLU, foi tudo muito traumático, fiquei durante três horas sentado no bar bebendo e paralisado.
Moral da história, um jogo só termina quando acaba, e podem acreditar, eu aprendi isso, se o juiz não apitou amigo, eu não tiro o olho do jogo, não vou embora do Estádio, não desligo a TV, virou Lei.
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Jogadores da Rodada