Em 1973, nascia o “Verdão do Oeste” e esta história muitos já conhecem. Mas como a Chapecoense chegou onde está? Como este clube conseguiu ser tão regular? Como superou Vasco, Botafogo, Bahia, Vitória, Santa Cruz e principalmente os times de Santa Catarina?

Santa Catarina não é um estado considerado potência no futebol brasileiro, longe disso! É um estado que sofre por não ter um clube regular na primeira divisão, está sempre revezando entre Figueirense e Avaí; às vezes aparece o Criciúma ou Joinville, mas nada de brigar por título ou Copa Libertadores.

A maior conquista do estado veio com o Criciúma em 1991, quando venceu o Grêmio com o critério dos gols fora. Empatou em 1 a 1 no Estádio Olímpico e ficou no 0 a 0 no Heriberto Hülse.

Fora isso, nada de tão importante, digo a nível de conquistar o Brasil; o Figueirense chegou perto em 2007, perdendo a final para o Fluminense.

Claro que temos o Criciúma novamente surpreendendo com o título da série B em 2002, após vencer o Fortaleza e também o Joinville, que venceu no ano de 2014 com a Ponte Preta ficando com o vice.

Como podemos perceber, não tínhamos além do Criciúma (que raramente aparece), um clube forte no estado, mas eis que surgiu a querida Chapecoense.

Primeiros anos e títulos

Um time que de pouquinho em pouquinho foi conquistando seu espaço no futebol e em 1977, veio o primeiro título. Foram 26 vitórias em 46 jogos e apenas 8 derrotas. O time surpreendeu os catarinenses ao vencer o Avaí por 1 a 0. Ser campeão com apenas 4 anos de história é algo lindo e especial.

No ano seguinte ficou com o vice e bateu na trave novamente em 1991 com uma derrota sofrida de 1 a 0 para o Criciúma; o detalhe é que a Chape estava com 3 jogadores expulsos. Outra derrota para o Criciúma veio em 1995, sendo o terceiro vice do verdão na história.

Mas a maré de azar acabou em 1996, o time manteve a base do ano anterior e trouxe o técnico atual campeão brasileiro Cuca. O Verdão do Oeste ganhou o campeonato do Joinville, uma competição cheia de polêmicas com a arbitragem, mas nada tirou o brilho e a alegria de ser bicampeão.

Chapecoense/SC - 28/09/2016 - Torcida da Chapecoense comemora o gol da equipe, pelas oitavas de final da Copa Sulamericana de Futebol 2016. Foto: Fernando Remor/MafaldaPress
Chapecoense/SC – 28/09/2016 – Torcida da Chapecoense como sempre, dando um show na Arena Condá. Foto: Fernando Remor/MafaldaPress

Crise financeira, recomeço e Tricampeonato estadual

As conquistas pararam por aí e veio a crise do século XXI na pequena mas vitoriosa história. O clube começou a decair financeiramente e por pouco não faliu, na verdade só não faliu porque a unida Chapecó abraçou o clube e o resgatou, graças a um grupo de empresários que investiu dinheiro em 2003; 10 anos depois o clube estava livre das dívidas e pôde investir no futebol novamente.

O esforço foi recompensado em 2007, com a surpreendente campanha que levou o clube para a final contra o Criciúma. Essa pedra no sapato da Chape, acabou sucumbindo a nova era do clube.

Foram duas finais: em Chapecó, vitória por 1 a 0  e empate sofrido de 2 a 2 em pleno Heriberto Hülse lotado. A Chapeterror seria tricampeã estadual.

Foi então que chegou 2009, ano que foi fundamental para a história do clube, pois começou a arrancada para a Série A. Primeiramente, veio o vice estadual. O campeão estadual ganharia vaga para a primeira edição da Série D. Como o Avaí estava na primeira divisão, a Chapecoense garantiu vaga na competição e foi derrotada na final com um placar de 3 a 0 na prorrogação.

Campeonato Brasileiro Série D

Chegamos na primeira edição da quarta divisão. Foram 39 clubes divididos em 10 chaves e a Chapecoense ficou no grupo 9 com Londrina, Ypiranga e Naviraiense. Foram quatro  vitórias, um empate e uma única derrota. O melhor ataque da primeira fase, com 13 gols.

Na segunda fase, enfrentou o Corinthians do Paraná e venceu por 3 a 0 no jogo de ida e ficou no 0 a 0 no jogo de volta. O Londrina estava novamente no caminho da Chapeterror, só que na terceira fase e então com 2 a 1 em casa e um empate de 1 a 1 no interior paranaense, garantiu vaga nas quartas de final.

Era só eliminar o Araguaia do Mato Grosso, para subir à Série C. Venceu fora de casa por 2 a 1 e por incrível que pareça, perdeu na Arena Condá por 1 a 0 mas garantiu vaga na terceira divisão por causa do gol fora de casa.

Agora com o acesso garantido, era a vez de brigar pelo título, mas o adversário era o Macaé e infelizmente não deu para a Chape; derrota de 2 a 0 no Rio e mesmo com a vitória suada de 3 a 2 em casa, o time catarinense foi eliminado; o campeão foi o São Raimundo, do Pará.

Campeonato Brasileiro Série C e Tetracampeonato estadual

No primeiro ano da Série C, a Chapecoense mandou bem, se classificou em segundo lugar na primeira fase em um grupo da morte formado por Criciúma, Caxias, Brasil de Pelotas e Juventude. Mas infelizmente a vaga para a Série B não veio devido a eliminação nas quartas de final para o Ituiutaba; com o empate de 0 a 0, em Minas Gerais, e 1 a 1 em Chapecó, a vaga para a segunda divisão ficou com os mineiros e o título com o ABC, do Rio Grande do Norte.

Em 2011, parou na segunda fase ao ficar em terceiro lugar no grupo que tinha Ipatinga, Brasiliense e o Joinville, que veio a conquistar a competição.

Mas antes de disputar a Série C pela terceira e consecutiva vez, veio o tetracampeonato estadual. O clube de Chapecó foi o melhor time do segundo turno e por isso, conquistou o campeonato ao empatar com o Avaí em 2 a 2; O destaque da Chape na competição foi o atacante Aloísio, que jogou no São Paulo.

A caminhada rumo à elite do futebol brasileiro não parou, depois de bater na trave dois anos seguidos (2010 e 2011), o clube catarinense garantiu vaga na Série B com uma ótima campanha em 2012.

Era uma nova fórmula de disputa na terceira divisão, 20 clubes divididos em dois grupos de 10 equipes. A Chapeterror ficou no grupo B, com Macaé, Duque de Caxias, Oeste, Caxias, Brasiliense, Vila Nova, Madureira, Santo André e Tupi. O Verdão do Oeste ficou em terceiro lugar na chave garantindo vaga nas quartas de final.

Faltavam dois jogos para a Chapecoense subir de divisão, o adversário era o Luverdense, do Mato Grosso. No primeiro jogo, a Chapeterror atropelou com um lindo placar de 3 a 0 e depois empatou por 0 a 0 chegando na Série B.

Infelizmente a vaga para a final não veio pois o clube foi eliminado pelo Oeste com um placar agregado de 1 a 0. Aliás, o time paulista além de eliminar a Chapecoense também ficou com o título conquistado em cima do Icasa.

Campeonato Brasileiro Série B

2013 foi o ano em que a Chapecoense passou ser conhecida por todos os brasileiros. Isto porque além de chegar na segunda divisão, o time catarinense ainda teve o Palmeiras como um dos 19 adversários na competição.

A Chape liderou o campeonato da quarta rodada até a décima quinta, sendo ultrapassada pelo Palmeiras na décima sexta e então ficando com o vice ao final de 38 rodadas. Foi uma campanha espetacular, histórica. Foram 20 vitórias, 12 empates e apenas 7 derrotas, terminando a competição com 72 pontos, apenas sete pontos atrás do alviverde.

Para melhorar as coisas, Bruno Rangel foi o artilheiro disparado no campeonato, com 31 gols. Era hora de se preparar para jogar a Série A pela primeira vez desde de 1979.

Bruno Rangel, é o maior artilheiro da história da Chapecoense, com 81 gols.Bruno Rangel, é o maior artilheiro da história da Chapecoense, com 81 gols.

Série A, Campeão Catarinense e zebra na Sul-Americana

Foi um ano histórico para a Chape, voltar à elite do futebol brasileiro e enfrentar grandes clubes. Tudo isso era um verdadeiro sonho realizado.

Foi um campeonato difícil, o que era esperado por todos, mas o Verdão do Oeste não foi rebaixado, ficando em 15° lugar, com 11 vitórias, 10 empates e 17 derrotas terminando o Brasileirão com 43 pontos e acima do Palmeiras que por pouco não foi rebaixado.

Em destaque teve a goleada histórica sobre o Internacional por 5 a 0 em casa e um 4 a 1 no Fluminense em pleno Maracanã.

SC - BRASILEIRÃO/CHAPECOENSE E INTERNACIONAL - ESPORTES - Jogadores da Chapecoense comemoram gol durante a partida entre Chapecoense SC e Internacional RS válida pela Série A do Campeonato Brasileiro 2014 no Estádio Arena Condá em Chapecó (SC), nesta quinta-feira (09). 09/10/2014 - Foto: JUNIOR MATIELLO/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
SC – BRASILEIRÃO/CHAPECOENSE E INTERNACIONAL – ESPORTES – Jogadores da Chapecoense comemoram gol durante a partida entre Chapecoense SC e Internacional RS válida pela Série A do Campeonato Brasileiro 2014 no Estádio Arena Condá em Chapecó (SC), nesta quinta-feira (09). 09/10/2014 – Foto: JUNIOR MATIELLO/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Antes do Brasileirão a Chape ficou com o vice estadual perdendo para seu grande rival Criciúma. O Verdão foi o melhor time do primeiro turno, enquanto o Tigre dominou o returno. Ambos chegaram na decisão, mas o tigrão ficou com o título após vencer por 2 a 1 no placar agregado.

Chegamos ao ano de 2015, ano que a Chapeterror entrou de vez nos corações dos brasileiros.

O time garantiu vaga para a Copa Sul-Americana por ter sido eliminada na terceira fase da Copa do Brasil, foi algo histórico para o clube da pequena cidade de Chapecó.

No Brasileirão, a campanha foi melhor que a de 2014 subindo uma posição em relação ao ano anterior. A equipe ficou em 14° lugar, com 12 vitórias, 11 empates e 15 derrotas.

Obviamente que o foco da equipe era a Copa Sul-Americana; Camilo, hoje no Botafogo era o maestro do time que tinha Anannias e claro, Bruno Rangel.

O treinador da equipe que era Vinicius Eutrópio, deu lugar a Guto Ferreira, que transformou a Chape em terror.

A campanha na competição internacional começou com um duelo brasileiro com a Ponte Preta. No jogo de ida, a Chape empatou em 1 a 1 com gol de Wagner, já em Chapecó a vitória foi fácil por 3 a 0 com gols de Roger (ex-Ponte), Tiago Luiz (ex-Santos) e Bruno  Silva(hoje no Botafogo).

O primeiro adversário internacional da Chape foi o Libertad, do Paraguai. No jogo de ida, empate em 1 a 1 na capital Assunção; Camilo abriu o placar, mas o verdão tomou gol no final da partida com Hernán López.

Na volta, outro empate em 1 a 1, Gustavo Mencia marcou logo no começo para os paraguaios, mas o atacante Tulio de Melo (que veio da Espanha) empatou após o levantamento de Cleber Santana. Nos pênaltis, vitória de 5 a 3 e vaga nas quartas de final para enfrentar o River Plate, campeão da Libertadores naquele ano.

Infelizmente a Chape perdeu em Buenos Aires por 3 a 1, Sanchez abriu o placar, Maranhão  (ex-Santos) empatou, Pisculichi colocou os argentinos na frente e Sanchez matou o jogo marcando novamente.

Foi tudo ou nada em Chapecó, o estádio lotado e o Verdão do Oeste precisando ganhar por 2 a 0 ou três gols de diferença; a vitória veio, mas não foi o suficiente para se classificar. Os 2 a 1 foram construídos com Bruno Rangel após cruzamento de Denner Assunção, Sanchez empatando para o River e Bruno Rangel novamente marcando após passe de cabeça de William Thiego.

Foi uma triste eliminação, mas a partir dali a Chape já estava em nossos corações. O ano terminou com uma linda e surpreendente goleada de 5 a 1 contra o Palmeiras.

Neto comemora gol contra o Palmeiras na goleada de 5 a 1. Fonte GE
Neto comemora gol contra o Palmeiras na goleada de 5 a 1. Fonte GE

Pentacampeão catarinense e histórica final na Copa Sul-Americana 

Danilo, Gimenez  (Caramelo), William Thiego, Neto e Denner Assunção; Gil, Josimar, Cleber Santana, Ananias e Thiaguinho; Kempes (Bruno Rangel). Esse era o time da Chape na maioria dos jogos que tivemos ao longo do ano, seja com Guto Ferreira ou com Caio Júnior, a Chape era forte e jogava neste esquema tático; foi com esse poder ofensivo e entrosamento que a equipe ganhou o Campeonato Catarinense pela quinta vez na história.

A Chapeterror foi a melhor equipe do primeiro turno enquanto o Joinville foi no returno. Com isso, ambos disputaram a grande decisão, com gol de Ananias, aos 32 minutos do segundo tempo, o Verdão do Oeste ficou muito próximo do título.

Era só empatar na Arena Condá para levantar a taça e foi assim que aconteceu. Diego Felipe abriu o placar para o tricolor aos 41 minutos do primeiro tempo, mas o maior artilheiro da história da Chape decidiu o campeonato; o artilheiro do torneio, Bruno Rangel empatou o jogo aos 23 minutos do segundo tempo e chegou aos 10 gols no campeonato. Campeã merecida.

O time quis ir além, já que manteve a base dos últimos dois anos e reforçou o elenco trocando algumas peças, era hora de ir longe. Na Copa do Brasil, passou por Princesa de Solimões, Paraná mas foi eliminada pelo Atlético-PR. A derrota classificou o time para a Copa Sul-Americana pela segunda vez seguida.

Os jogadores e a direção do verdão decidiram priorizar a competição internacional e mesmo assim a equipe chegou ao histórico nono lugar no Brasileirão, com 13 vitórias, 13 empates e 11 derrotas.

A histórica jornada na Copa Sul-Americana começou contra o Cuiabá Esporte, campeão da Copa Verde. No primeiro jogo, derrota por 1 a 0, mas com a torcida maravilhosa que tem, a Chapeterror reverteu o resultado e venceu por 3 a 1. Douglas piorou a situação do verdão ao abrir o placar aos 23 minutos, a Chapecoense foi para o intervalo precisando marcar 3 gols para se classificar.

Liderado por Bruno Rangel, o Verdão do Oeste buscou a reação, Lucas Gomes empatou aos 23 minutos; três minutos depois, Bruno Rangel virou o jogo e aos 38 minutos veio o golpe fatal novamente com Bruno Rangel. Chape classificada.

Nas oitavas de final, veio o maior adversário da história da Chape, o Independente (da Argentina) conhecido como o Rey de Copas.

No jogo de ida, empate de 0 a 0, era tudo que o torcedor queria, uma chance de ir além na Sul-Americana; com estádio lotado, veio a pressão do verdão.

Foi um jogo de igual para igual, com ambas as equipes tendo a oportunidade de marcar, mas bola na rede só tivemos nos pênaltis. A Chapeterror venceu por 5 a 4, com três defesas do gigante goleiro Danilo.

Danilo foi gigante contra o Independiente e levou a Chape cada vez mais longe. Fonte: AE
Danilo foi gigante contra o Independiente e levou a Chape cada vez mais longe. Fonte: AE

Classificados para enfrentar os colombianos do Júnior de Barranquilha. Pelo segundo ano consecutivo,  o Verdão do Oeste estava nas quartas de final, só que enfrentando um adversário mais fraco.

A derrota de 1 a 0 na Colômbia não abalou o verdão querido, Escalante aos 38 minutos do primeiro tempo deu a vantagem ao Júnior, mas será que alguém conseguia parar a poderosa Chapecoense?

Lembro de estar em casa torcendo loucamente pela classificação, foi o Brasil inteiro unido para um feito inédito na história do clube.

Um time vencedor e eterno em todos os nossos corações. Fonte: REUTERS/Paulo Whitaker
Um time vencedor e eterno em todos os nossos corações. Fonte: REUTERS/Paulo Whitaker

A Chapeterror atropelou os colombianos. Ananias, aos 38 minutos, e Gil, aos 44 minutos, deram a certeza que a semifinal estava perto, para garantir a festa, o excelente zagueiro William Thiego marcou aos 32 minutos do segundo tempo e matou o duelo.

Se o povo brasileiro já amava a Chapecoense, agora passou a torcer de verdade, como o segundo time do coração.

O adversário era o poderoso San Lorenzo, time campeão da Libertadores de 2014 e da primeira edição da Copa Sul-Americana, em 2002.

Na Argentina aconteceu algo inexplicável, eu nunca tinha visto um time visitante jogar com tanta autonomia como a Chapecoense jogou contra o San Lorenzo. Perdeu ao menos uns 4 gols de tanto que trocou passes e chegou ao gol adversário. Mas Cauteruccio, de falta, tratou de preocupar a todos, faltava o empate e ele veio com o Ananias, aos 17 minutos do segundo tempo depois de uma jogada de gênio realizada por Denner Assunção.

Era só segurar o empate e comemorar a vaga para a semifinal na segunda partida, mas o que vimos foi uma partida dificílima com a Chape tentando chegar ao ataque e o San Lorenzo também. No último lance do jogo apareceu um gênio, um goleiro fantástico, digno de um time inesquecível; Danilo fez uma defesa com a perna direita que fez o narrador Deva Pascovicci ficar quase sem voz. Esta defesa salvou a Chape e a colocou na final para enfrentar o campeão da Copa Libertadores, Atletico Nacional.

Não vou falar sobre a tragédia que tivemos no dia 29 de novembro de 2016. Quero apenas dizer que este time já é campeão da Copa Sul-Americana, mesmo que tivéssemos os dois jogos eu tenho certeza que a Chapeterror conquistaria o título. Até porque o Atletico Nacional está nas quartas de final do Campeonato Colombiano e também com viagem agendada para o Japão disputar o Mundial de Clubes.

O desgaste dos colombianos, a raça e união do grupo da Chape levaram este time ao topo que é onde este grupo maravilhoso está.

Parabéns a Chapecoense que com 43 anos de história se tornou o mais querido do Brasil. Um verdadeiro Verdão do Oeste.

Ê, Ê, VAMÔ VAMÔ CHAPE, VAMÔ VAMÔ CHAPE, Ê, Ê…..

SC - ACIDENTE-AVIÃO-CHAPECOENSE-PREPARATIVOS-VELÓRIO - GERAL - Preparativos para o velório dos jogadores e dos integrantes da comissão técnica na Arena Condá, em Chapecó (SC), nesta terça-feira (29). O avião que transportava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, sofreu um acidente na madrugada desta terça-feira, 29, deixando 76 pessoas mortas e cinco sobreviventes.
SC – ACIDENTE-AVIÃO-CHAPECOENSE-PREPARATIVOS-VELÓRIO – GERAL – Preparativos para o velório dos jogadores e dos integrantes da comissão técnica na Arena Condá, em Chapecó (SC), nesta terça-feira (29). O avião que transportava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, sofreu um acidente na madrugada desta terça-feira, 29, deixando 76 pessoas mortas e cinco sobreviventes.

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